Vou tentar escrever com mais frequência por aqui...
É por isso que resolvi escrever sobre minha mais antiga e mais nova paixão: o tennis.
Estou, como dito por aí (embaixo), tentando voltar ao meu corpinho de antes de gravidez, desde que meu filho nasceu. Longos 2 anos e meio... Quando faltavam 4 míseros quilinhos, a vida me dá mais um grande obstaculo para enfrentar, e que me custou 8 grandes quilos a mais. Somando = 12
Desses 12 pra ca, são 1 ano e meio mudando de exercícios para tentar me adaptar.
Bom, treinei com personal... foi bom, durante o primeiro mês. Perdi 4 quilos. Mas no segundo estacionei. E descobri que odiava aquilo tudo. Parei.
Enfrentei uma maratona de festas de final de ano mais uma mudança de cidade, com filho pequeno. Vida toda nova. E meus 4 quilinhos tornaram a me procurar.
Na nova cidade, comecei uma academia daquelas... e fazia de tudo. Foi ótimo. Aproveitei muito.
E como ja dizia minha amada Fabricia - "é comprovado cientificamente que fazer exercicios físicos deixam a mente melhor".
Não perdi nada, mas meu corpo mudou. Tudo no caminho certo. Com paciência.
E de novo vieram as festas de final de ano. Parei a academia. Mas continuei a mesminha - ainda bem.
E resolvi voltar pro Tennis. Sempre amei jogar.
Comecei quando tinha uns 9 anos, joguei até os 14.
Quando me casei voltamos a jogar. Participei até de alguns torneios e ganhei alguns. hehehe
Mas estava no auge de minha forma física. Daí engravidei.
E cá estou. Tentando voltar a jogar.
E como eu gosto do tal do tennis.
Confesso que pra sair de casa é um parto. Minha adorável mente inventa cada coisa pra não me ver saindo de casa. Minha mente boicotando meu corpo a todo momento.
Mas eu me apoio no futuro e vou.
O tennis é a melhor terapia que eu tenho conhecimento. (depois da sala da Fabricia... minha psicóloga da cidade velha hihihi)
É um esporte de muito gasto calórico... mas sem nenhuma possibilidade da mente dar um pio sequer.
A cabeça fica ocupada em seguir a bola, em segurar a raquete corretamente, fazer o corpo se mover corretamente, acertar o lado correto, bater na bola (hehe) e tudo isso ao mesmo tempo.
Não tem jeito de pensar em nada além do que esta ali na quadra.
É exatamente isso que me fascina.
Minha mente anda me dando tanto trabalho, mas tanto ... que me da vontade de desistir de pensar. E no tennis eu faço isso sem querer.
Agora me falta lidar com ela longe da quadra. O que realmente melhora quando se consegue parar de escuta-la por uma horinha no tennis.
Sim, minha mente grita por socorro e eu já não sei mais a quem recorrer. Acho que agora com o tennis me deixando tão mais disposta, minha vida realmente recomeça.
Me dá força pra procurar ajuda.
Porque hoje tenho certeza que não vou emagrecer sem cuidar da mente primeiro.
Mas hoje me sinto esperançosa. O que já é meio caminho andado.
Espero que até o final do ano, esteja com tudo resolvido.
Fica aqui uma música que eu adoro e que representa muito minha batalha e a de muitas pessoas também.
Contrário (Pe. Fabio de Melo)
Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
Precisou saber recomeçar
Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota o motivo para lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer
Que o verso tem reverso
Que o direito tem avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E que o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias
Que esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando brilha alguma luz.
Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar
Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer
Menina-Mulher pra sempre. Romântica, mas nem tanto. Casada e muito bem casada por sinal. E mãe. Realizada. Agora só falta escrever meu livro.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Domingão de Páscoa
Um dos meus feriados preferidos. Acontece sempre uma revolução na minha vida durante a quaresma e durante a semana santa também. Então domingo de páscoa é sempre especial.
Esse ano meu pimpolhinho de 2 anos e 5 meses já estava esperando pelo coelhinho e seus ovos de chocolate. Foi como se fosse a primeira páscoa dele. Foi lindo e mágico.
Mas mais mágico foi o que aconteceu dentro de mim, durante esse período todo.
Pra começar, aquela velha tristeza sem fim me invadiu, como sempre acontece com tudo que é importante pra mim. Aí me vejo tentando saber o porque. E quando vi já vasculhei toda minha existência – o que demora uma “eternidade”. Aí vem a consciência. E Finalmente o real motivo.
Dessa vez, ainda não cheguei no real motivo, mas a procura me fez encontrar alguns pontos pra me maravilhar.
Eu já fui de falar tudo que penso... e ainda tenho fama de ser assim, mesmo não sendo mais. Aliás tudo aquilo que eu falava, hoje estão comigo sim... nos 15 quilos a mais. Incrível como nosso organismo da um jeito de arrumar as coisas. Agora só preciso aprender uma outra fuga pras palavras, porque comer já vi que num deu certo. Mas toquei nesse assunto, porque sofri muito nos últimos três dias. Por estar mais atenta ao meu redor, procurando o motivo daquela tristeza sem fim... vivi momentos angustiantes quando percebi que agora, as pessoas me falam as coisas, aquilo me machuca e eu simplesmente não consigo expressar essa tristeza de forma nenhuma. Nenhuma mesmo. Não falo na hora. Não choro. Não como a mágoa (ufa!). E não volto a procurar a causa da mágoa nem depois de ter passado. Lógico que o sentimento ta ali em algum lugar. Quando a gente fala sobre ele, ele se desfaz. E ponto. Quando a gente não o faz, ele fica guardado. Mas pode ter certeza que ele está em algum lugar, ou mudou, ou você ainda vai descobrir onde ele esta. Mas esse não é meu ponto aqui. (Calma, já to chegando onde eu quero.)
Me pego daí. Tive três pequenos desentendimentos, que me fariam antes explodir, chorar, até berrar. E não o fiz. Não sei como e não sei porque. Mas me ative ao meu filho. Meu foco foi nele. Porque de alguma forma algo mudou.
Preciso parar aqui pra explicar algumas coisinhas antes de continuar meu ponto de vista ok.
Não tenho e nunca tive um relacionamento muito saudável com a minha mãe.Portanto sempre fui eu vivendo comigo mesma. Assim aprendi a dividir só o que queria, e só com quem queria. E me prendi dentro do meu mundo. Assim como muita gente faz. Daí conheci meu marido e não me vi mais sozinha. Ele é aquele que se transformou na minha base. Depois que o conheci, vi que pra ele eu podia ser eu mesma. É bom. Foi uma das minhas maiores e melhores descobertas na vida. E a única parte ruim é quando a gente briga, porque aí não tenho ele pra conversar sobre. Hehe. São poucas brigas é verdade, mas elas existem como em qualquer relacionamento. Andamos pensando que já ta na hora de ter nosso segundo filho. O que me deixou preocupada. Porque logo me vi querendo uma menina, e como é que eu serei mãe de uma menina??? E será que minha depressão pós-parto voltará com segundo filho?? Tantas incógnitas.
E é bem ai onde queria chegar.
Tivemos uma pequena discussão sobre alguma bobagem qualquer, que na verdade nem me lembro. E meu filho estava do lado. Como ele estava do lado, eu simplesmente disse pro meu marido não falar comigo e ele esbravejou alguma coisa. Ambos muito comportados, porque o pimpolhinho estava do lado. Eu me levantei pra não ficar com cara feia ou chorar perto dele. E ao me levantar a minha surpresa.
Meu filho disse: - Desculpa mamãe.
O pequeno percebeu que eu tinha ficado brava/triste com alguma coisa. Nem sabia o que era e sabia que não era culpa dele, mas pediu desculpa. E o meu marido logo disse que não era culpa dele.
Sabe o que aconteceu? Meu filho de 2 anos e 5 meses disse: - Você ta bravo, papai?
Como quem diz – “Foi você então né, papai?”
E eu percebi que aquela única exceção a minha regrinha do ficar sozinha, que é quando eu brigo com meu marido, agora não é mais. Porque eu tenho meu filho pra estar lá pra mim.
Tão pequenino e tão sábio. Tão confortador perceber a presença real dele ali, pra mim.
Que dia maravilhoso.
Mas como ninguém é perfeito...
Nessa descoberta linda de ter realmente meu filho comigo, me peguei pensando no futuro.
No dele. E em como todo mundo diz que os filhos não são nossos, são do mundo.
E consegui entender minha sogra, quando fica triste por estar longe dos filhos. Que eu sempre achei tão exagerado... (porque a minha felicidade sempre esteve o mais longe possivel da minha mãe né)
E na hora me deparei com o seguinte pensamento: - Não quero meu filho longe de mim. Nem estudando longe, nem morando longe.
Quanto egoísmo. Quanta hipocrisia. Quanta dicotomia.
Coisas que só entendei agora.
Um amor tão diferente, tão hipócrita, tão egoísta. Tão absurdamente ...
E ele ainda tem todo seu futuro pela frente... o que vai fazer, quem vai ser...
E tudo que a gente sonha é o seu bem, sua felicidade. E sabe que pra isso aquele pensamento de tê-lo ao meu lado, vai ficando mais longe. Mais distante.
Por hoje então, fico com isso. Sem futuro.
Aproveitando cada dia que tenho com ele, um de cada vez.
Essa noite vou colocá-lo pra dormir comigo, contrariando tudo que se diz sobre isso. Porque quero, só hoje, dormir agarrada nele, sentindo seu rostinho. E que mãe não quer isso hein?
Não cheguei a conclusão daquilo que estou procurando, mas durante minha procura descobri algo inteiramente e lindamente mágico – Meu Filho e meu marido. Minha família. Aqueles seres que completam a minha existência tão perfeitamente.
Esse ano meu pimpolhinho de 2 anos e 5 meses já estava esperando pelo coelhinho e seus ovos de chocolate. Foi como se fosse a primeira páscoa dele. Foi lindo e mágico.
Mas mais mágico foi o que aconteceu dentro de mim, durante esse período todo.
Pra começar, aquela velha tristeza sem fim me invadiu, como sempre acontece com tudo que é importante pra mim. Aí me vejo tentando saber o porque. E quando vi já vasculhei toda minha existência – o que demora uma “eternidade”. Aí vem a consciência. E Finalmente o real motivo.
Dessa vez, ainda não cheguei no real motivo, mas a procura me fez encontrar alguns pontos pra me maravilhar.
Eu já fui de falar tudo que penso... e ainda tenho fama de ser assim, mesmo não sendo mais. Aliás tudo aquilo que eu falava, hoje estão comigo sim... nos 15 quilos a mais. Incrível como nosso organismo da um jeito de arrumar as coisas. Agora só preciso aprender uma outra fuga pras palavras, porque comer já vi que num deu certo. Mas toquei nesse assunto, porque sofri muito nos últimos três dias. Por estar mais atenta ao meu redor, procurando o motivo daquela tristeza sem fim... vivi momentos angustiantes quando percebi que agora, as pessoas me falam as coisas, aquilo me machuca e eu simplesmente não consigo expressar essa tristeza de forma nenhuma. Nenhuma mesmo. Não falo na hora. Não choro. Não como a mágoa (ufa!). E não volto a procurar a causa da mágoa nem depois de ter passado. Lógico que o sentimento ta ali em algum lugar. Quando a gente fala sobre ele, ele se desfaz. E ponto. Quando a gente não o faz, ele fica guardado. Mas pode ter certeza que ele está em algum lugar, ou mudou, ou você ainda vai descobrir onde ele esta. Mas esse não é meu ponto aqui. (Calma, já to chegando onde eu quero.)
Me pego daí. Tive três pequenos desentendimentos, que me fariam antes explodir, chorar, até berrar. E não o fiz. Não sei como e não sei porque. Mas me ative ao meu filho. Meu foco foi nele. Porque de alguma forma algo mudou.
Preciso parar aqui pra explicar algumas coisinhas antes de continuar meu ponto de vista ok.
Não tenho e nunca tive um relacionamento muito saudável com a minha mãe.Portanto sempre fui eu vivendo comigo mesma. Assim aprendi a dividir só o que queria, e só com quem queria. E me prendi dentro do meu mundo. Assim como muita gente faz. Daí conheci meu marido e não me vi mais sozinha. Ele é aquele que se transformou na minha base. Depois que o conheci, vi que pra ele eu podia ser eu mesma. É bom. Foi uma das minhas maiores e melhores descobertas na vida. E a única parte ruim é quando a gente briga, porque aí não tenho ele pra conversar sobre. Hehe. São poucas brigas é verdade, mas elas existem como em qualquer relacionamento. Andamos pensando que já ta na hora de ter nosso segundo filho. O que me deixou preocupada. Porque logo me vi querendo uma menina, e como é que eu serei mãe de uma menina??? E será que minha depressão pós-parto voltará com segundo filho?? Tantas incógnitas.
E é bem ai onde queria chegar.
Tivemos uma pequena discussão sobre alguma bobagem qualquer, que na verdade nem me lembro. E meu filho estava do lado. Como ele estava do lado, eu simplesmente disse pro meu marido não falar comigo e ele esbravejou alguma coisa. Ambos muito comportados, porque o pimpolhinho estava do lado. Eu me levantei pra não ficar com cara feia ou chorar perto dele. E ao me levantar a minha surpresa.
Meu filho disse: - Desculpa mamãe.
O pequeno percebeu que eu tinha ficado brava/triste com alguma coisa. Nem sabia o que era e sabia que não era culpa dele, mas pediu desculpa. E o meu marido logo disse que não era culpa dele.
Sabe o que aconteceu? Meu filho de 2 anos e 5 meses disse: - Você ta bravo, papai?
Como quem diz – “Foi você então né, papai?”
E eu percebi que aquela única exceção a minha regrinha do ficar sozinha, que é quando eu brigo com meu marido, agora não é mais. Porque eu tenho meu filho pra estar lá pra mim.
Tão pequenino e tão sábio. Tão confortador perceber a presença real dele ali, pra mim.
Que dia maravilhoso.
Mas como ninguém é perfeito...
Nessa descoberta linda de ter realmente meu filho comigo, me peguei pensando no futuro.
No dele. E em como todo mundo diz que os filhos não são nossos, são do mundo.
E consegui entender minha sogra, quando fica triste por estar longe dos filhos. Que eu sempre achei tão exagerado... (porque a minha felicidade sempre esteve o mais longe possivel da minha mãe né)
E na hora me deparei com o seguinte pensamento: - Não quero meu filho longe de mim. Nem estudando longe, nem morando longe.
Quanto egoísmo. Quanta hipocrisia. Quanta dicotomia.
Coisas que só entendei agora.
Um amor tão diferente, tão hipócrita, tão egoísta. Tão absurdamente ...
E ele ainda tem todo seu futuro pela frente... o que vai fazer, quem vai ser...
E tudo que a gente sonha é o seu bem, sua felicidade. E sabe que pra isso aquele pensamento de tê-lo ao meu lado, vai ficando mais longe. Mais distante.
Por hoje então, fico com isso. Sem futuro.
Aproveitando cada dia que tenho com ele, um de cada vez.
Essa noite vou colocá-lo pra dormir comigo, contrariando tudo que se diz sobre isso. Porque quero, só hoje, dormir agarrada nele, sentindo seu rostinho. E que mãe não quer isso hein?
Não cheguei a conclusão daquilo que estou procurando, mas durante minha procura descobri algo inteiramente e lindamente mágico – Meu Filho e meu marido. Minha família. Aqueles seres que completam a minha existência tão perfeitamente.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Twilight
Ok... assunto batido né.
Mas eu preciso contar a MINHA versão da história.
Eu nem tinha interesse sobre o que seria esse tal Twilight – ou Crepúsculo – vampiros... eca... ultrapassado, desistimulante. Passava qualquer noticia sobre o assunto batida... sem nem querer saber sobre.
Até que minha irmã resolveu ler os livros... e se encantou. E tentou me convencer. Mas como eu não sou fácil, nem dei bola. Ela chegou com os livros, empolgadíssima e eu resolvi aceitar.
“ Num to lendo nada mesmo.”
Tô viciada!!! O negócio vicia, mesmo, de verdade.
Primeiro, sem pensar a gente fica viciada no Edward ... e na Bella... depois na história de amor... os fatores vampirescos são coadjuvantes ao meu ver.
E depois, pensando sobre o assunto, comecei a enxergar o meu lado menininha...
Isso mesmo. Como eu sou uma menininha, sonhadora, encantada com uma história de amor mais fictícia impossível. Essa sou eu.
Fiquei fascinada pelo Robert Pattinson... (na versão Edward – Cedric já era) pelo olhar dele, tão bem descrito pela autora no livro. E por favor, leiam o livro primeiro. Depois assistam o filme. A riqueza de detalhes do livro torna o filme muito mais interessante.
Depois de uma noite ao término do livro... fiquei apaixonada pelo meu marido. Eu já era. Sempre fui. Mas me lembrava dele a cada detalhe da fala e a cada descrição de Bella. E na fascinação dela sobre ele. E na vontade dela passar a vida inteira com ele. Pra sempre.
E me vi nela. Quando conheci meu marido, eu me apaixonei! Assim, fácil. Me encantei. Fiquei fascinada. Tudo nele, era tudo que eu sempre quis. Me lembro de todas as cenas, de cada sentimento, de cada batimento... desde o momento em que o vi entrar... até... todos os dias me surpreendo ao olhar pra ele. Ainda olho com aquele olhar de encantamento... ainda espero ansiosa ele chegar... e assim que escuto o barulho das chaves, meu coração dispara. E é assim também com meu filho em relação ao pai... acho que eu passei isso adiante.
Então... meu fascínio sobre Twilight, descobri, é que o mesmo encantamento que o Edward tem sobre a Bella, assim sou eu com meu marido. Desde sempre. E para sempre.
Sim, acho que o post acabou se tornando uma declaração de amor.
E pra nunca esquecer: Te amo Pretito. Com toda a minha força, de todo o coração, de toda minha alma.
P.S.: encantamento e Google. Hehe... Robert Pattinson canta. E como canta hehehe
Mas eu preciso contar a MINHA versão da história.
Eu nem tinha interesse sobre o que seria esse tal Twilight – ou Crepúsculo – vampiros... eca... ultrapassado, desistimulante. Passava qualquer noticia sobre o assunto batida... sem nem querer saber sobre.
Até que minha irmã resolveu ler os livros... e se encantou. E tentou me convencer. Mas como eu não sou fácil, nem dei bola. Ela chegou com os livros, empolgadíssima e eu resolvi aceitar.
“ Num to lendo nada mesmo.”
Tô viciada!!! O negócio vicia, mesmo, de verdade.
Primeiro, sem pensar a gente fica viciada no Edward ... e na Bella... depois na história de amor... os fatores vampirescos são coadjuvantes ao meu ver.
E depois, pensando sobre o assunto, comecei a enxergar o meu lado menininha...
Isso mesmo. Como eu sou uma menininha, sonhadora, encantada com uma história de amor mais fictícia impossível. Essa sou eu.
Fiquei fascinada pelo Robert Pattinson... (na versão Edward – Cedric já era) pelo olhar dele, tão bem descrito pela autora no livro. E por favor, leiam o livro primeiro. Depois assistam o filme. A riqueza de detalhes do livro torna o filme muito mais interessante.
Depois de uma noite ao término do livro... fiquei apaixonada pelo meu marido. Eu já era. Sempre fui. Mas me lembrava dele a cada detalhe da fala e a cada descrição de Bella. E na fascinação dela sobre ele. E na vontade dela passar a vida inteira com ele. Pra sempre.
E me vi nela. Quando conheci meu marido, eu me apaixonei! Assim, fácil. Me encantei. Fiquei fascinada. Tudo nele, era tudo que eu sempre quis. Me lembro de todas as cenas, de cada sentimento, de cada batimento... desde o momento em que o vi entrar... até... todos os dias me surpreendo ao olhar pra ele. Ainda olho com aquele olhar de encantamento... ainda espero ansiosa ele chegar... e assim que escuto o barulho das chaves, meu coração dispara. E é assim também com meu filho em relação ao pai... acho que eu passei isso adiante.
Então... meu fascínio sobre Twilight, descobri, é que o mesmo encantamento que o Edward tem sobre a Bella, assim sou eu com meu marido. Desde sempre. E para sempre.
Sim, acho que o post acabou se tornando uma declaração de amor.
E pra nunca esquecer: Te amo Pretito. Com toda a minha força, de todo o coração, de toda minha alma.
P.S.: encantamento e Google. Hehe... Robert Pattinson canta. E como canta hehehe
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Dia 01 de outubro
Ontem seria o aniversário do meu pai.
Seria porque tem 1 ano e 5 meses exatos que ele faleceu.
Só quem já passou por situação parecida sabe o sentimento.
A gente deixa sim a pessoa ir em paz... a gente não deixa a emoção tomar conta da situação.
Mas realmente é uma saudade incontrolável.
Só o tempo faz a gente se acostumar com a ausência dizem...
Mas eu lembro dele todos os dias. Não passa um único dia que eu não pense alguma coisa com ele, sobre ele...
E tem dias que a gente sente que nunca vai passar. Assim foi ontem.
Mas aquele amigo disse pra eu lembrar das coisas boas, como se fazem em aniversários.
Daí me lembro que ele odiava aniversário. Acho mesmo que ele odiava envelhecer. Sempre que eu ligava pra dar os parabéns ele tava ranzinzo... reclamava um monte... e eu escutava até passar. Daí ele comentava as coisas legais do dia, as rabugices e aceitava os parabéns. Chorava sempre porque queria a gente por perto... a gente chorava porque queria estar perto.
E eu ligava quase todos os dias. Apesar de morar longe, era ele que me dava dicas, que aliviava minhas angústias. Sempre tinha alguma coisa pra dizer. E quando não tinha eu reclamava.
Eu digo que não é dor, não é sofrimento... é saudade da presença, sentindo a ausência... um vazio.
Difícil de expressar em palavras.
Mas no português : Saudade. E basta
P.S.: hoje é dia dos Anjos da Guarda. Façam suas orações.
Seria porque tem 1 ano e 5 meses exatos que ele faleceu.
Só quem já passou por situação parecida sabe o sentimento.
A gente deixa sim a pessoa ir em paz... a gente não deixa a emoção tomar conta da situação.
Mas realmente é uma saudade incontrolável.
Só o tempo faz a gente se acostumar com a ausência dizem...
Mas eu lembro dele todos os dias. Não passa um único dia que eu não pense alguma coisa com ele, sobre ele...
E tem dias que a gente sente que nunca vai passar. Assim foi ontem.
Mas aquele amigo disse pra eu lembrar das coisas boas, como se fazem em aniversários.
Daí me lembro que ele odiava aniversário. Acho mesmo que ele odiava envelhecer. Sempre que eu ligava pra dar os parabéns ele tava ranzinzo... reclamava um monte... e eu escutava até passar. Daí ele comentava as coisas legais do dia, as rabugices e aceitava os parabéns. Chorava sempre porque queria a gente por perto... a gente chorava porque queria estar perto.
E eu ligava quase todos os dias. Apesar de morar longe, era ele que me dava dicas, que aliviava minhas angústias. Sempre tinha alguma coisa pra dizer. E quando não tinha eu reclamava.
Eu digo que não é dor, não é sofrimento... é saudade da presença, sentindo a ausência... um vazio.
Difícil de expressar em palavras.
Mas no português : Saudade. E basta
P.S.: hoje é dia dos Anjos da Guarda. Façam suas orações.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Meu recomeço
Essa é minha fase da vida: MEU recomeço.
MEU porque já recomecei por tanta gente... já quis abraçar o mundo e resolver os problemas de todos que amo. Por isso, quando meu filho nasceu - há quase 2 anos – eu não quis abrir mão de cuida-lo, sozinha. Moro longe da família, tanto minha quanto do meu marido. Mas quando ele nasceu minha mãe veio uma semana, na seguinte minha sogra.... e eu em vez de aproveitar e dormir, deixando o pimpolho com elas... não... quis fazer tudo sozinha. Como sempre fiz na vida.
Foi bom sim.
Mas me sobrou uma depressão - ainda considerada depressão pós-parto - depois de 7 meses do bebezinho e com o falecimento do meu pai como estopim. E os quilos que eu tinha visto irem embora, teimaram por voltar.
E cá estou eu tentando recomeçar a viver depois de tudo. Tentando viver a MINHA vida. Fazer o MEU recomeço.
E ta sendo mais difícil do que eu pensava. A cabeça ta boa, mas as vezes da aquela recaída ao olhar para os lados ... parece, pra pessoas como eu, que a historia da pessoa ao lado é linda, que ela engordou na gravidez e 1 mês depois ta linda, esbelta... que não tem problemas.
E nessas horas, sinto falta de um amigo. Um único amigo. Que me entende, me alivia. E ta tão longe. Acompanhando meu recomeço, desde sempre. Mas longe.
Daí penso em como dói a saudade.
E dói também tentar recomeçar.
E pra gente ser feliz precisamos passar por tantas dores... só assim nos damos conta de que realmente a felicidade consiste em cada detalhe dessa nossa vida. Em sorriso, em cada olhar... em cada emoticon trocado numa conversa com aquele amigo de longe.
Hoje, só hoje, queria te-lo aqui do meu lado. E pensei tanto nisso que nos “encontramos” e aquele peso, aliviou.
P.S.: Gabriel Chalita no PSB. Fiquem de olho nele. Ele, como diz o Pe. Fabio de Melo, será o presidente do Brasil.
MEU porque já recomecei por tanta gente... já quis abraçar o mundo e resolver os problemas de todos que amo. Por isso, quando meu filho nasceu - há quase 2 anos – eu não quis abrir mão de cuida-lo, sozinha. Moro longe da família, tanto minha quanto do meu marido. Mas quando ele nasceu minha mãe veio uma semana, na seguinte minha sogra.... e eu em vez de aproveitar e dormir, deixando o pimpolho com elas... não... quis fazer tudo sozinha. Como sempre fiz na vida.
Foi bom sim.
Mas me sobrou uma depressão - ainda considerada depressão pós-parto - depois de 7 meses do bebezinho e com o falecimento do meu pai como estopim. E os quilos que eu tinha visto irem embora, teimaram por voltar.
E cá estou eu tentando recomeçar a viver depois de tudo. Tentando viver a MINHA vida. Fazer o MEU recomeço.
E ta sendo mais difícil do que eu pensava. A cabeça ta boa, mas as vezes da aquela recaída ao olhar para os lados ... parece, pra pessoas como eu, que a historia da pessoa ao lado é linda, que ela engordou na gravidez e 1 mês depois ta linda, esbelta... que não tem problemas.
E nessas horas, sinto falta de um amigo. Um único amigo. Que me entende, me alivia. E ta tão longe. Acompanhando meu recomeço, desde sempre. Mas longe.
Daí penso em como dói a saudade.
E dói também tentar recomeçar.
E pra gente ser feliz precisamos passar por tantas dores... só assim nos damos conta de que realmente a felicidade consiste em cada detalhe dessa nossa vida. Em sorriso, em cada olhar... em cada emoticon trocado numa conversa com aquele amigo de longe.
Hoje, só hoje, queria te-lo aqui do meu lado. E pensei tanto nisso que nos “encontramos” e aquele peso, aliviou.
P.S.: Gabriel Chalita no PSB. Fiquem de olho nele. Ele, como diz o Pe. Fabio de Melo, será o presidente do Brasil.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Pra Começar...
Resolvi escrever esse blog, depois do jogo de ontem... vou explicar e num próximo post vou me apresentando ok.
Eu e meu marido somos fãs de tennis... o jogo sabe... raquete – uma pessoa de cada lado – bolinha de um lado pro outro... esse!
Ontem foi a final feminina do US Open – um dos mais importantes torneios mundiais.
Mas porque isso me fez querer escrever?
A vencedora de 28 anos, Kim Clijsters, jogava muito há uns 4 anos atrás e resolveu parar de jogar para engravidar. E como voltou agora não tinha pontos suficientes e não participaria desse torneio. Foi, então, convidada pelos organizadores a participar. E tava la na final.
Me emocionei com ela, com a história dela e, claro, com o jogo.
Eu sou mãe de um menininho que fará 2 anos em outubro. E sei das dificuldades todas de ser mãe. Estou aqui esses dois anos tentando voltar ao trabalho, tentando voltar ao peso... tentando colocar a vida em um novo lugar, pra encaixar direitinho meu pimpolho. E tem sido tudo muito difícil.
Daí me aparece essa moça. 28 anos, a filhinha dela, Jada, deve ter 2 anos quase 3. Tava La assistindo a corajosa mamãe vencendo! Clijsters tava La, voltando ao ritmo do jogo, voltando o corpo e a elasticidade, mas o brilho nos olhos era outro. A felicidade estampada era outra. Ela esta diferente. Ela tinha uma força diferente. Um objetivo diferente do objetivo das outras meninas. E quem é mãe sabe o que eu digo.
A gente começa a pensar na força que ela teve que fazer para se recompor, recomeçar o tennis, depois do nascimento da Jada. A contradição de querer voltar a fazer o que se gosta, sem deixar de lado aquilo que mais se ama na vida. E fazer com que tudo isso aconteça sem sofrimento para lado nenhum.
Ela venceu o torneio! Jada sendo filmada, sorrindo. A mãe só a procura do rostinho da filha. E quando perguntaram o que ela ia fazer agora... a resposta foi que ela queria voltar a rotina da família,a rotina de mãe e filha, pelo menos por algumas semanas. E depois começam novamente os treinos... e quem sabe ela alcance de novo o posto de número 1 do mundo no tennis feminino.
Eu torço por isso. Porque a força que eu senti ontem ao vê-la de volta, me fez ter força pra escrever. E começar de novo.
Ela conseguiu equilibrar a rotina de treinamento, com a rotina da família.
Eu também posso conseguir.
Foi essa a grande lição que ela me passou ao segurar o título – e o cheque de U$ 1.600.000,00.Bom Retorno Mamãe Clijsters. Que a mamãe aqui vai, se espelhando em você, encontrar o equilíbrio também.
Eu e meu marido somos fãs de tennis... o jogo sabe... raquete – uma pessoa de cada lado – bolinha de um lado pro outro... esse!
Ontem foi a final feminina do US Open – um dos mais importantes torneios mundiais.
Mas porque isso me fez querer escrever?
A vencedora de 28 anos, Kim Clijsters, jogava muito há uns 4 anos atrás e resolveu parar de jogar para engravidar. E como voltou agora não tinha pontos suficientes e não participaria desse torneio. Foi, então, convidada pelos organizadores a participar. E tava la na final.
Me emocionei com ela, com a história dela e, claro, com o jogo.
Eu sou mãe de um menininho que fará 2 anos em outubro. E sei das dificuldades todas de ser mãe. Estou aqui esses dois anos tentando voltar ao trabalho, tentando voltar ao peso... tentando colocar a vida em um novo lugar, pra encaixar direitinho meu pimpolho. E tem sido tudo muito difícil.
Daí me aparece essa moça. 28 anos, a filhinha dela, Jada, deve ter 2 anos quase 3. Tava La assistindo a corajosa mamãe vencendo! Clijsters tava La, voltando ao ritmo do jogo, voltando o corpo e a elasticidade, mas o brilho nos olhos era outro. A felicidade estampada era outra. Ela esta diferente. Ela tinha uma força diferente. Um objetivo diferente do objetivo das outras meninas. E quem é mãe sabe o que eu digo.
A gente começa a pensar na força que ela teve que fazer para se recompor, recomeçar o tennis, depois do nascimento da Jada. A contradição de querer voltar a fazer o que se gosta, sem deixar de lado aquilo que mais se ama na vida. E fazer com que tudo isso aconteça sem sofrimento para lado nenhum.
Ela venceu o torneio! Jada sendo filmada, sorrindo. A mãe só a procura do rostinho da filha. E quando perguntaram o que ela ia fazer agora... a resposta foi que ela queria voltar a rotina da família,a rotina de mãe e filha, pelo menos por algumas semanas. E depois começam novamente os treinos... e quem sabe ela alcance de novo o posto de número 1 do mundo no tennis feminino.
Eu torço por isso. Porque a força que eu senti ontem ao vê-la de volta, me fez ter força pra escrever. E começar de novo.
Ela conseguiu equilibrar a rotina de treinamento, com a rotina da família.
Eu também posso conseguir.
Foi essa a grande lição que ela me passou ao segurar o título – e o cheque de U$ 1.600.000,00.Bom Retorno Mamãe Clijsters. Que a mamãe aqui vai, se espelhando em você, encontrar o equilíbrio também.
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